
Nesta segunda-feira (13), o Palmeiras aceitou a liberação do goleiro Weverton para o Grêmio, atendendo a um pedido de rescisão feito pelo atleta. Com vínculo válido até o final de 2024, ele assinará contrato com o clube gaúcho por três temporadas. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal UOL.
Apesar da decisão, o Palmeiras não tinha interesse em se desfazer do arqueiro. O técnico Abel Ferreira havia reiterado publicamente a importância do jogador, mesmo com Carlos Miguel à frente na disputa pela titularidade no início da temporada:
“Ele é o maior goleiro da história do Palmeiras. Gosto de ter dois jogadores por posição do mesmo nível e depois escolher. É uma posição que me deixa muito contente – tenho Weverton, Carlos Miguel e Marcelo Lomba.”
Respeito a Weverton foi decisivo
A negociação só avançou pelo respeito histórico ao atleta, que desejava maior regularidade em campo e solicitou à diretoria que reconsiderasse sua situação. Anteriormente, o Palmeiras havia rejeitado uma abordagem do Bahia e ficou insatisfeito com a forma como o Grêmio tratou o assunto – o clube gaúcho procurou primeiro o jogador antes de dialogar oficialmente.
A intenção original do Verdão era renovar o contrato de Weverton até 2027.
Fim de uma era vitoriosa
Weverton deixa o Palmeiras como o goleiro mais premiado da história do clube, com 448 jogos e 11 títulos, incluindo duas Libertadores, uma Copa do Brasil, três Campeonatos Brasileiros e quatro Paulistões. Sua saída encerra um ciclo de sete anos e meio de conquistas e consolidação como ídolo alviverde.
